grupos farmacológicos:

fórmula molecular:

C48H56N6O8S2

princípio ativo:

Penicilina Benzatina

Quais são os Nomes Comerciais e Apresentações da Penicilina Benzatina / Benzetacil (foco em obstetrícia)?

A penicilina benzatina é comercializada com os seguintes nomes e apresentações:

  • Benzetacil / Penicilina Benzatina 600.000 UI: frasco-ampola contendo pó para solução injetável;
  • Benzetacil / Penicilina Benzatina 1.200.000 UI: frasco-ampola contendo pó para solução injetável;
  • Benzetacil / Penicilina Benzatina 2.400.000 UI: frasco-ampola contendo pó para solução injetável.

Qual é a Farmacocinética da Penicilina Benzatina / Benzetacil (foco em obstetrícia)?

A penicilina benzatina é administrada por via intramuscular e, a partir desse ponto de administração, é lentamente liberada no plasma sanguíneo. Sua absorção é lenta e incompleta, mas, uma vez que a penicilina benzatina é hidrolisada em ácido benzóico e penicilina G, sua liberação é prolongada, resultando em uma meia-vida prolongada. A concentração sérica máxima é alcançada de 24 a 48 horas após a administração e, após a administração de doses múltiplas, acumula-se em tecidos e fluidos inflamados. A penicilina benzatina é metabolizada no fígado e excretada principalmente na urina. A meia-vida de eliminação da penicilina benzatina é de cerca de 25 dias.

Qual é o Mecanismo de Ação (Farmacodinâmica) da Penicilina Benzatina / Benzetacil (foco em obstetrícia)?

A penicilina benzatina é administrada por via intramuscular e, a partir desse ponto de administração, é lentamente liberada no plasma sanguíneo. Sua absorção é lenta e incompleta, mas, uma vez que a penicilina benzatina é hidrolisada em ácido benzóico e penicilina G, sua liberação é prolongada, resultando em uma meia-vida prolongada. A concentração sérica máxima é alcançada de 24 a 48 horas após a administração e, após a administração de doses múltiplas, acumula-se em tecidos e fluidos inflamados. A penicilina benzatina é metabolizada no fígado e excretada principalmente na urina. A meia-vida de eliminação da penicilina benzatina é de cerca de 25 dias.

Para que Penicilina Benzatina / Benzetacil (foco em obstetrícia) é Indicada?

A penicilina benzatina é administrada por via intramuscular e, a partir desse ponto de administração, é lentamente liberada no plasma sanguíneo. Sua absorção é lenta e incompleta, mas, uma vez que a penicilina benzatina é hidrolisada em ácido benzóico e penicilina G, sua liberação é prolongada, resultando em uma meia-vida prolongada. A concentração sérica máxima é alcançada de 24 a 48 horas após a administração e, após a administração de doses múltiplas, acumula-se em tecidos e fluidos inflamados. A penicilina benzatina é metabolizada no fígado e excretada principalmente na urina. A meia-vida de eliminação da penicilina benzatina é de cerca de 25 dias.

Qual é a Posologia da Penicilina Benzatina / Benzetacil (foco em obstetrícia)?

A posologia da penicilina benzatina em obstetrícia pode variar de acordo com a indicação terapêutica. As doses comumente utilizadas são:

  • Profilaxia da sífilis congênita: 2.400.000 UI em dose única, administrada preferencialmente até a 28ª semana de gestação;
  • Tratamento da sífilis em gestantes: 7.200.000 UI em 3 doses, com intervalos semanais entre as doses;
  • Profilaxia da febre reumática: 1.200.000 UI a cada 4 semanas;
  • Tratamento da infecção por estreptococo do grupo B: 5.000.000 UI em dose única.

As doses devem ser ajustadas de acordo com o peso corporal da paciente e com a gravidade da infecção.

Quais são os Efeitos Colaterais da Penicilina Benzatina / Benzetacil (foco em obstetrícia)?

A penicilina benzatina é geralmente bem tolerada, mas pode causar alguns efeitos colaterais, tais como:

  • Reações alérgicas, incluindo erupção cutânea, urticária, coceira e inchaço
  • Reações anafiláticas graves
  • Náusea, vômito e diarreia
  • Dor no local da injeção
  • Dificuldade de respirar
  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Tontura
  • Convulsões
  • Anemia

É importante que os profissionais de saúde estejam atentos aos sinais e sintomas de reações alérgicas graves, pois elas podem ser fatais se não forem tratadas rapidamente. Caso ocorra alguma reação adversa, o uso da penicilina benzatina deve ser descontinuado e tratamento médico deve ser buscado imediatamente.

Quais são os Cuidados de Enfermagem para Pacientes sob uso de Penicilina Benzatina / Benzetacil (foco em obstetrícia)?

  1. Monitorar sinais vitais: a penicilina benzatina pode causar reações alérgicas e hipersensibilidade, portanto, é importante monitorar a frequência cardíaca, pressão arterial, frequência respiratória e temperatura para identificar qualquer alteração.
  2. Avaliar história de alergia: pacientes com histórico de alergia a penicilina ou outras beta-lactâmicos devem ser avaliados cuidadosamente antes da administração da penicilina benzatina.
  3. Realizar teste de sensibilidade: um teste de sensibilidade à penicilina deve ser realizado em pacientes com histórico de alergia a beta-lactâmicos, para avaliar se a penicilina benzatina pode ser utilizada com segurança.
  4. Administrar medicação lentamente: a penicilina benzatina deve ser administrada lentamente por via intramuscular profunda, a fim de evitar lesões nos tecidos.
  5. Verificar a integridade da pele antes da administração: é importante avaliar a integridade da pele antes da administração da penicilina benzatina para evitar infecções secundárias.
  6. Realizar aspiração antes da injeção: antes da administração da penicilina benzatina, deve ser realizada uma aspiração para verificar se a agulha não atingiu nenhum vaso sanguíneo ou nervo.
  7. Monitorar sinais de infecção: pacientes que recebem penicilina benzatina devem ser monitorados quanto a sinais de infecção, como febre, calafrios, dor e vermelhidão no local da injeção.
  8. Orientar a paciente quanto aos efeitos colaterais: é importante orientar a paciente sobre os possíveis efeitos colaterais da penicilina benzatina, como dor no local da injeção, náuseas e diarreia.
  9. Observar possíveis interações medicamentosas: pacientes que recebem penicilina benzatina devem ser monitorados quanto a possíveis interações medicamentosas, especialmente com anticoagulantes e anti-inflamatórios não esteroidais.
  10. Verificar a data de validade: antes de administrar a penicilina benzatina, é importante verificar a data de validade do medicamento para garantir sua eficácia.

Referências

  1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Gestação de alto risco : manual técnico [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. – 5. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2012. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/gestacao_alto_risco_manual_tecnico_5ed.pdf. Acesso em: 20 jan. 2022.
  2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Atenção ao pré-natal de baixo risco [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2012. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf. Acesso em: 20 jan. 2022.
  3. Coelho, D. D. et al. Penicilina na prevenção de infecções neonatais precoce: uma revisão sistemática e meta-análise. J Pediatr. Rio J., v. 95, n. 1, 2019. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0021-75572019000100002. Acesso em: 20 jan. 2022.
  4. Ferreira, C. R. S. et al. Penicilina Benzatina na Profilaxia da Sífilis Congênita: Revisão de Literatura. Journal of Basic and Applied Pharmaceutical Sciences, v. 39, n. 1, p. 9-12, 2018. Disponível em: http://jbaps.org/article/135. Acesso em: 20 jan. 2022.
  5. Pignataro, R. M. et al. Penicilina na profilaxia da sífilis congênita: análise de um protocolo assistencial. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, v. 50, n. 5, p. 681-685, 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0037-86822017000500681. Acesso em: 20 jan. 2022.
  6. Junqueira, G. et al. Análise da profilaxia com penicilina em gestantes portadoras de estreptococo do grupo B. Jornal de Pediatria, v. 94, n. 3, p. 263-268, 2018. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0021-75572018000300263. Acesso em: 20 jan. 2022.

escrito por:

Gabriel Fellipe Félix Lima

Gabriel Fellipe Félix Lima

Graduando em Enfermagem pela PUC Goiás, Designer Gráfico, Programador e Apaixonado por Tecnologia!